catiraCamalote é a apresentação de danças folclóricas recolhidas pela pesquisadora Marlei Sigrist nas diferentes regiões de Mato Grosso do Sul. Depois de vários anos (após ter criado e dirigido o Grupo Sarandi Pantaneiro - 89 a 96; ter assessorado o grupo Garça Branca – dissidentes do grupo anterior; ter contribuído para a formação de inúmeros grupos nas escolas da Capital, entre outros) a professora aceitou, novamente, o desafio de dirigir um grupo que está disposto a levar, para outras regiões do país, a riqueza da cultura popular expressa nas danças, na literatura, no artesanato, na culinária e na música regional, ressaltando os ícones identitários da região.
Mato Grosso do Sul possui uma diversidade cultural bastante expressiva e o Grupo Camalote tem buscado, no íntimo das pessoas e dos grupos, a matéria prima que mostra a capacidade criadora da gente sul-mato-grossense que revela, in fieri, toda a amplitude da alma regional que lhe dá uma identidade. Trata-se de um projeto para recuperar, através da representação de danças folclóricas regionais, num processo de projeção folclórica por um grupo erudito, as danças tradicionais do mundo rural e interiorano de Mato Grosso do Sul transformadas em patrimônio cultural.
Portanto, apoiado nas pesquisas realizadas pela proponente (vide publicações de “Chão Batido”/UFMS e “Pantanal: Sinfonia de Sabores e Cores”/Senac, entre outros) e na sua experiência prática, o Grupo Camalote tem atendido a demanda de eventos no estado e outras cidades do país. Com isso, valoriza e fortalece a cultura popular da região.
O repertório é construído a partir das cirandas (Engenho de Maromba, Caranguejo, Engenho Novo, Cirandinha), da Catira, do Siriri, das Polcas e Chamamés e das danças Chaquenhas, que somadas à representação do imaginário popular das lendas regionais tais como Minhocão, Pé-de-Garrafa, Come-Língua, além do Toro Candil, constroem um espetáculo de representação e dança.
"O apoio ao Projeto Camalote, pela UFMS, tornou-se oportuno na medida em que fortalece os conceitos de tradição regional e destaca o empenho institucional na preservação e divulgação do que nos é singular e que, ao mesmo tempo, reflete a diversidade cultural existente em Mato Grosso do Sul. Também oportuniza a participação de alunos dos diversos cursos em projetos culturais, propiciando-lhes o intercâmbio com outros grupos durante os festivais nacionais e internacionais, bem como o enriquecimento de seus currículos.
Mato Grosso do Sul possui uma diversidade cultural bastante expressiva e o Grupo Camalote tem buscado, no íntimo das pessoas e dos grupos, a matéria prima que mostra a capacidade criadora da gente sul-mato-grossense que revela, in fieri, toda a amplitude da alma regional que lhe dá uma identidade. Trata-se de um projeto para recuperar, através da representação de danças folclóricas regionais, num processo de projeção folclórica por um grupo erudito, as danças tradicionais do mundo rural e interiorano de Mato Grosso do Sul transformadas em patrimônio cultural.
Portanto, apoiado nas pesquisas realizadas pela proponente (vide publicações de “Chão Batido”/UFMS e “Pantanal: Sinfonia de Sabores e Cores”/Senac, entre outros) e na sua experiência prática, o Grupo Camalote tem atendido a demanda de eventos no estado e outras cidades do país. Com isso, valoriza e fortalece a cultura popular da região.
O repertório é construído a partir das cirandas (Engenho de Maromba, Caranguejo, Engenho Novo, Cirandinha), da Catira, do Siriri, das Polcas e Chamamés e das danças Chaquenhas, que somadas à representação do imaginário popular das lendas regionais tais como Minhocão, Pé-de-Garrafa, Come-Língua, além do Toro Candil, constroem um espetáculo de representação e dança.
"O apoio ao Projeto Camalote, pela UFMS, tornou-se oportuno na medida em que fortalece os conceitos de tradição regional e destaca o empenho institucional na preservação e divulgação do que nos é singular e que, ao mesmo tempo, reflete a diversidade cultural existente em Mato Grosso do Sul. Também oportuniza a participação de alunos dos diversos cursos em projetos culturais, propiciando-lhes o intercâmbio com outros grupos durante os festivais nacionais e internacionais, bem como o enriquecimento de seus currículos.

REPERTÓRIO
Nas apresentações, os enfoques são direcionados às micro-regiões: do Pantanal, das fronteiras com o Paraguai e com a Bolívia estendendo-se, inclusive, para a região Chaquenha, além de especial atenção à cultura do Bolsão.
1) danças
Pantaneira – apresentação do grupo
Chupim, Polca de Carão, Caçador, Chamamé (da faixa de fronteira com o Paraguai);
Anderuay, Chovena Chiquitana (do Chaco)
Siriri (do Pantanal);
Engenho de Maromba, Engenho Novo, Revirão, Cirandinha, Contra-danças, Catira (região do Bolsão – divisa com MG, SP e GO);
Xote de duas damas, Mazurca e Vaneirão (região Centro-Sul)
Trancelim (dança universal)
Dança do Bate-Pau (dança indígena)
2) interpretações (intermesos)
Toro Candil (fronteira com o Paraguai);
São João de Corumbá (cordão da festa de São João de Corumbá)
Folia do Divino (bandeira do Divino da Pontinha do Cocho/ Família Malaquias)
Folia de Reis (reisado do Bolsão e do Centro)
Minhocão (mito das águas - Pantanal), Pé-de-garrafa (mito das matas - Pantanal),Come-língua (mito do cerrado)
O trabalho do grupo estende-se para além da preparação dos shows, abrangendo, também, a realização de oficinas de arte na produção personalizada do material cênico e do figurino. Os integrantes, em sua maioria, são arte-educadores, por isso o grupo “respira” arte no seu fazer diário.
"O grupo tem, acima de tudo, o compromissado com a cultura popular. A parte importante desse trabalho é a responsabilidade que os professores integrantes do grupo têm com a educação, pois ficam com a incumbência de aplicar, em suas salas de aula, os conhecimentos adquiridos na vivência junto ao Camalote.
Essa proposta foi desenvolvida, em 2003 com o apoio do projeto CIM da Fundação Barbosa Rodrigues, que organizou diversas culminâncias de trabalhos e a participação no desfile cívico no dia 26 de agosto, em comemoração ao aniversário de Campo Grande." Marlei Sigrist.
Nas apresentações, os enfoques são direcionados às micro-regiões: do Pantanal, das fronteiras com o Paraguai e com a Bolívia estendendo-se, inclusive, para a região Chaquenha, além de especial atenção à cultura do Bolsão.
1) danças
Pantaneira – apresentação do grupo
Chupim, Polca de Carão, Caçador, Chamamé (da faixa de fronteira com o Paraguai);
Anderuay, Chovena Chiquitana (do Chaco)
Siriri (do Pantanal);
Engenho de Maromba, Engenho Novo, Revirão, Cirandinha, Contra-danças, Catira (região do Bolsão – divisa com MG, SP e GO);
Xote de duas damas, Mazurca e Vaneirão (região Centro-Sul)
Trancelim (dança universal)
Dança do Bate-Pau (dança indígena)
2) interpretações (intermesos)
Toro Candil (fronteira com o Paraguai);
São João de Corumbá (cordão da festa de São João de Corumbá)
Folia do Divino (bandeira do Divino da Pontinha do Cocho/ Família Malaquias)
Folia de Reis (reisado do Bolsão e do Centro)
Minhocão (mito das águas - Pantanal), Pé-de-garrafa (mito das matas - Pantanal),Come-língua (mito do cerrado)
O trabalho do grupo estende-se para além da preparação dos shows, abrangendo, também, a realização de oficinas de arte na produção personalizada do material cênico e do figurino. Os integrantes, em sua maioria, são arte-educadores, por isso o grupo “respira” arte no seu fazer diário.
"O grupo tem, acima de tudo, o compromissado com a cultura popular. A parte importante desse trabalho é a responsabilidade que os professores integrantes do grupo têm com a educação, pois ficam com a incumbência de aplicar, em suas salas de aula, os conhecimentos adquiridos na vivência junto ao Camalote.
Essa proposta foi desenvolvida, em 2003 com o apoio do projeto CIM da Fundação Barbosa Rodrigues, que organizou diversas culminâncias de trabalhos e a participação no desfile cívico no dia 26 de agosto, em comemoração ao aniversário de Campo Grande." Marlei Sigrist.
muito show esse grupo como faço para participar desse grupo.Adorei essa historia do camalote.
ResponderExcluirBoa tarde Anderson
ResponderExcluirSou a Maria Ivonete Coord do GRUPO CAMALOTE MEU cel é (67) 9.9245 3301
MAS NOSSOS ENSAIO ACONTECEM PARA INICIANTES DAS 13H:30MIN AS 15H NO CENTRO CULTURAL OTÁVIO GUIZZO NA RUA 26 DE AGOSTO TODOS OS SÁBADOS NESSE HORÁRIO.GRATUITO - Entre a rua calógeras e rua 14 de julho(Teatro ARACI BALABANNIAN)
O Grupo Camalote é um grupo independente, ele só acontece com a colaboração e dedicação de muitos ex alunos nossos, amigos, professores, amigos que estão no grupo e se dedicam as Danças Folclóricas e da Cultura Popular do nosso EStado de MS... participam e gostam de estar no grupo.O GRUPO É GRATUITO....Nós divulgamos a Cultura de Mato Grosso do Sul com espetáculos e apresentações fora do Estado. Temos danças únicas do Estado jamais dançada em outros lugares. Participamos de projetos do FIC/Estado e FIMIC/MunicÍpio. Estão TODOS CONVIDADOS A VIR CONHECER O GRUPO CAMALOTE - 67-9.9245-3301 WZAP.
ResponderExcluirVENHA DANÇAR CONOSCO...UNA-SE A NÓS.